Bolinha Come oferece Bolas de Berlim para todos os gostos, com uma frescura imbatível.

Bolinha Come oferece Bolas de Berlim para todos os gostos, com uma frescura imbatível
Quem não se lembra de pedir uma bola de Berlim, quando a fome aperta um pouco naqueles dias preguiçosos de praia, em que não apetece sair da toalha? Pois bem, Sónia Fardilha e o seu marido, Miguel Galante, apreciavam de tal maneira este ritual nas praias Algarvias, que decidiram replicar o conceito no norte do país.
Natural de Esmoriz, mas convertida, há alguns anos, a São João da Madeira, a proprietária do Bolinha Come, situado na Rua do Dourado, nº246, trás para a cidade da indústria um negócio capaz saciar o palato mais guloso.
A primeira fase consistiu em conseguir confeccionar a bola de Berlim perfeita. Para o efeito, o casal recorreu, em 2012, a um familiar que era proprietário de uma pastelaria e juntos, experimentaram até obter a receita ideal. De seguida, após ter criado uma sociedade com um amigo, definiram a sua zona de acção, começando em territórios familiares, nomeadamente as praias de Esmoriz e do Furadouro. Esta primeira investida teve bom retorno durante o verão, mas esmoreceu inevitavelmente no Inverno, apesar de terem tentado entregas ao domicílio e a empresas para combater a época baixa. O projecto parece ter morrido logo no início, contudo, em 2014, Sónia e Miguel receberam um pedido inesperado. Os seus clientes insistiram que se voltasse a vender na praia! Face a tal pedido, e, em boa verdade, com um pouco de orgulho, o casal decidiu investir novamente no projecto.
Nesta segunda fase o negócio cresceu substancialmente, com a zona de entregas ao domicílio a englobar já os conselhos da Feira, Ovar, São João da Madeira, Oliveira de Azeméis, Espinho, Gaia e Porto. Como consequência deste crescimento, Sónia vê-se obrigada a abdicar do seu trabalho a tempo inteiro para apoiar incondicionalmente o marido que confeccionava as Bolas de Berlim. O sucesso do negócio resulta ainda, na abertura da loja em São João da Madeira, cidade que, segundo Sónia, tem uma população aberta a novas ideias. O que há de tão inovador em bolas de Berlim, pode perguntar o leitor? Para perceber, basta considerar a eclética oferta deste cheiroso estabelecimento: bolas com recheios de chocolate, maçã-canela, nutella, kinder bueno, mirtilo, abóbora com noz, frutos vermelhos, e claro está, a bola de Berlim clássica.
A variedade não é, contudo, o único ponto forte. Os dois outros segredos são a qualidade dos ingredientes e a frescura do produto. ‘Nunca vendi uma bola do dia anterior’ afirma Sónia, com cara indignada, como se a mera possibilidade fosse uma ofensa.
Mas não há bela sem senão. A Bola Come padece de um mal deveras terrível: 1000 bolas diárias. Quem vive em São João da Madeira sabe que este número tende a decrescer muito rapidamente. Às vezes, são quatro da tarde e já nem uma bolita há para fazer o gosto ao dente. Uma injustiça!
Quem não se lembra de pedir uma bola de Berlim, quando a fome aperta um pouco naqueles dias preguiçosos de praia, em que não apetece sair da toalha? Pois bem, Sónia Fardilha e o seu marido, Miguel Galante, apreciavam de tal maneira este ritual nas praias Algarvias, que decidiram replicar o conceito no norte do país.
Natural de Esmoriz, mas convertida, há alguns anos, a São João da Madeira, a proprietária do Bolinha Come, situado na Rua do Dourado, nº246, trás para a cidade da indústria um negócio capaz saciar o palato mais guloso.
A primeira fase consistiu em conseguir confeccionar a bola de Berlim perfeita. Para o efeito, o casal recorreu, em 2012, a um familiar que era proprietário de uma pastelaria e juntos, experimentaram até obter a receita ideal. De seguida, após ter criado uma sociedade com um amigo, definiram a sua zona de acção, começando em territórios familiares, nomeadamente as praias de Esmoriz e do Furadouro. Esta primeira investida teve bom retorno durante o verão, mas esmoreceu inevitavelmente no Inverno, apesar de terem tentado entregas ao domicílio e a empresas para combater a época baixa. O projecto parece ter morrido logo no início, contudo, em 2014, Sónia e Miguel receberam um pedido inesperado. Os seus clientes insistiram que se voltasse a vender na praia! Face a tal pedido, e, em boa verdade, com um pouco de orgulho, o casal decidiu investir novamente no projecto.
Nesta segunda fase o negócio cresceu substancialmente, com a zona de entregas ao domicílio a englobar já os conselhos da Feira, Ovar, São João da Madeira, Oliveira de Azeméis, Espinho, Gaia e Porto. Como consequência deste crescimento, Sónia vê-se obrigada a abdicar do seu trabalho a tempo inteiro para apoiar incondicionalmente o marido que confeccionava as Bolas de Berlim. O sucesso do negócio resulta ainda, na abertura da loja em São João da Madeira, cidade que, segundo Sónia, tem uma população aberta a novas ideias. O que há de tão inovador em bolas de Berlim, pode perguntar o leitor? Para perceber, basta considerar a eclética oferta deste cheiroso estabelecimento: bolas com recheios de chocolate, maçã-canela, nutella, kinder bueno, mirtilo, abóbora com noz, frutos vermelhos, e claro está, a bola de Berlim clássica.
A variedade não é, contudo, o único ponto forte. Os dois outros segredos são a qualidade dos ingredientes e a frescura do produto. ‘Nunca vendi uma bola do dia anterior’ afirma Sónia, com cara indignada, como se a mera possibilidade fosse uma ofensa.
Mas não há bela sem senão. A Bola Come padece de um mal deveras terrível: 1000 bolas diárias. Quem vive em São João da Madeira sabe que este número tende a decrescer muito rapidamente. Às vezes, são quatro da tarde e já nem uma bolita há para fazer o gosto ao dente. Uma injustiça!
Volte sempre!






